segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

#3

A felicidade não se compra

Esse filme pode ser um clichê natalino nos Estados Unidos, mas se eu morasse lá aposto que o assistiria todos os anos. O filme é triste sem ser triste e alegre sem ser alegre. Impossível não se colocar na pele de George quando pensamos em tudo o que seríamos e não fomos, tudo o que gostaríamos de ter feito e não fizemos. Lágrimas nos olhos, nós na garganta, mas também suavidade - porque James Stewart é simplesmente o máximo.










Shane - Os brutos também amam

Tenho a teoria que esses filmes eram escritos para os homens aprenderem a serem homens. Eu, que não sou fã de faroestes, quero me levantar e correr atrás do Shane em seu cavalo. Esses eram os bons tempos em que uma cena de luta fazia com que você se ajeitasse no sofá e apertasse os punhos. Bons tempos em que os vilões causavam tanto medo só por serem rápidos no gatilho e vestirem preto.












Um bonde chamado desejo

Para quem gosta de romances teatrais, mulheres que fervem água e jogam nos maridos, New Orleans pobre e sensual e homens bonitões, cruéis e carentes esse é o filme. Blanche BuBois é uma das melhores personagens que o teatro já criou. E eu, que não sou fã do Marlon Brando, dei o braço a torcer e suspirei pelo bandido.











O abominável dr. phibes



Certamente um dos melhores do Vincent Price. Seus olhos e sua famosa voz são praticamente o papel principal do fime graças a espessa camada de maquiagem que lhe cobre o rosto - Price não move os lábios nenhuma vez durante o filme (observem o porquê na caveirinha do pôster ao lado). No quesito alegorias e adereços bizarros esse filme é nota DEZ.


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