quarta-feira, 29 de abril de 2009

#16



Cat People

Outro clássico do terror. Adorável. E que sirva de lição: nunca nos faça sentir raiva ou ciúmes. Principalmente ciúmes.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

#15

The Uninvited


Clássico do terror. Ray Milland roubando todas as cenas dos atores encarnados e desencarnados. Tramas macabras, segredos sombrios, maldições. Ah, quando o terror não significava decapitar 3928.93747l84842,09 seres humanos.


















Manhattan Murder Mistery


É estranho colocar as coisas dessa forma, mas esse foi o filme mais engraçado do Woody Allen que eu já vi. Ri genuinamente e veria de novo agora mesmo. Acho que a Diane Keaton é a melhor coadjuvante e olha que eu nem gostava dela.



















Deconstructing Harry


Mais do mesmo sem boas piadas. Esse não deu muito, mas acho que me acostumei com os bons e relevo os ruins porque sim.















Sweeney Todd
Quando alguém que odeia musicais - joão - gosta de um musical, isso pode ser um bom sinal. Gosto do Tim Burton e simpatizo com histórias fantásticas e sombrias.


sábado, 25 de abril de 2009

#14


2 days in Paris

Quando o filme estreou, fiquei curiosa. Gosto da Julie Delpy e, assim como 80% das mulheres, acho que Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol são filmes lindos que retratam a minha realidade amorosa. Uma amiga foi ao cinema, me ligou e disse: "Nossa, esse filme é sobre você e o João". Depois de semanas na fila da blockbuster finalmente pude conferir. Sobre ser um filme sobre João e eu, não posso afirmar; sobre ser um filme leve pra um sábado à tarde, isso sim. Cansativo no final, mas ainda assim engraçado.

















Stardust Memories

Não foi um dos meus preferidos, mas o que posso dizer? O homenzinho tem me ganhado pelo cansaço. As mulheres de Woody são sempre interessantes, mesmo que caricatas, e nesse filme conhecemos todos os tipos já batidos.



















The Nanny
O filme começa e você diz que quer chegar aos cinquenta com uma babá igualzinha à Bette Davis. Mas, convenhamos, uma babá igualzinha a Bette às vezes pode dar um pouco de medo. E dá, mas no sentido de: cara, que bizarro.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

#13




Morangos Silvestres

Sonhos de freud, fantasmas do natal, conversas alheias com o psiquiatra, uma nora sincera demais: adoro temáticas que fazem com que as pessoas reflitam sobre seu egoísmo e frieza. É certo de cair no meu gosto. E quando isso é feito por Bergman, bem, ai o buraco é mais embaixo e os olhos grudados na tela não piscam. Ah, tive ereções noturnas com Ingrid Thulin.

















The Letter

Outro dramalhão, só que menos dramático e com uma trama encorpada. Betty ainda jovem usando seus olhões para o mal. Como não gostar?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

#12

Gostei mais do que do Manhatan. Por quê? Não sei. Nesse os personagens parecem mais reais, as atuações melhores e a trama mais convincente. Simplesmente ótimo.






















Filmes que retratam a infância de alguém, nesse caso do Woody Allen dirigido e escrito por ele, sempre te fazem querer fazer um filme sobre a sua família também. E, para mim, o mais legal é poder ver como o rádio era importante na vida das pessoas. Ah, homenzinho, você acertou de novo.





















Ótimo dramalhão de época. Joan Crawford no auge da beleza. Quase novela das oito que te obriga a virar pro lado e, realmente incomodada, dizer: "Por que ela tá fazendo isso? Ela não pode se casar com ele!"