
Cat People
Outro clássico do terror. Adorável. E que sirva de lição: nunca nos faça sentir raiva ou ciúmes. Principalmente ciúmes.
Clássico do terror. Ray Milland roubando todas as cenas dos atores encarnados e desencarnados. Tramas macabras, segredos sombrios, maldições. Ah, quando o terror não significava decapitar 3928.93747l84842,09 seres humanos.
É estranho colocar as coisas dessa forma, mas esse foi o filme mais engraçado do Woody Allen que eu já vi. Ri genuinamente e veria de novo agora mesmo. Acho que a Diane Keaton é a melhor coadjuvante e olha que eu nem gostava dela.

Sonhos de freud, fantasmas do natal, conversas alheias com o psiquiatra, uma nora sincera demais: adoro temáticas que fazem com que as pessoas reflitam sobre seu egoísmo e frieza. É certo de cair no meu gosto. E quando isso é feito por Bergman, bem, ai o buraco é mais embaixo e os olhos grudados na tela não piscam. Ah, tive ereções noturnas com Ingrid Thulin.
.jpg)
The Letter
Outro dramalhão, só que menos dramático e com uma trama encorpada. Betty ainda jovem usando seus olhões para o mal. Como não gostar?
Gostei mais do que do Manhatan. Por quê? Não sei. Nesse os personagens parecem mais reais, as atuações melhores e a trama mais convincente. Simplesmente ótimo.
Filmes que retratam a infância de alguém, nesse caso do Woody Allen dirigido e escrito por ele, sempre te fazem querer fazer um filme sobre a sua família também. E, para mim, o mais legal é poder ver como o rádio era importante na vida das pessoas. Ah, homenzinho, você acertou de novo.