Museu de Cera
É claro que o monstro e o professor são a mesma pessoa e que a trama se desenrola perfeitamente até o final do filme. É meio que óbvio, mas é um Vincent Price e extremamente divertido. O final é emocionante.
Eu sei onde fica o paraísoA história parece interessante, mas não emplaca. O romance, base de sustentação do filme, surge sem explicação. Wendy parece que nunca havia sido apresentada a um homem e, que pelo simples fato de estar ao lado de um, se apaixona. Nem o mocinho sabe por que se apaixonou por ela. O lado positivo é a fotografia, extremamente bonita e rica.
Os IncompreendidosFilme que faz você agradecer seus pais por não terem te enviado pro acampamento de correção de menores infratores no primeiro faniquito da sua idade. Bonito & Sensível.

Núpcias de escândalo
Acho impossível haver um filme com James Stewart, Carry Grant e Katherine Hepburn e ser um filme ruim. Impossível.
Expresso de Chicago
Confesso que torci o nariz quando soube que era um filme do Gene Wilder. Estava acostumada a vê-lo na odiosa sessão da tarde do SBT com o filme "Cegos, Surdos e Loucos". Mas Expresso de Chicago não é tão ruim assim. Também está presente o ator Richard Pryor que, é claro, faz as cenas mais divertidas.
Detour
Filme Bzão, com baixíssimo orçamento e absolutamente fantástico. Eu sabia que ia gostar no primeiro minuto quando, naquele clima noir, a narração em off começa a descrever o que acabara de acontecer e nos faz aumentar o volume e nos ajeitar no sofá. CLássico. Eu quero ser a Vera quando crescer - mas não quero morrer enforcada pelo telefone.
A mulher faz o homem
“A Mulher Faz o Homem” é um dos melhores filmes que já vi. James Stewart é o meu herói, já disse? Na minha vasta experiência em idolatrar vilões, Stewart é o único mocinho que rouba todas as cenas.
A dama de Shangai
No IMDB um cara diz que não dá para esperar uma trama simplória de Orson Welles, e eu preciso concordar. A trama é intrincada e é preciso que você seja um sujeito com imaginação para chegar a algumas conclusões no final, mas é claro que vale a pena. A cena clássica no parque, na cabine dos espelhos, é sim uma das melhores do cinema. Ah, e Rita Hayworth deve ter sido a primeira garota a dizer: I told you I was trouble.
Cidadão Kane
Filme técnicamente tão perfeito e tão aclamado que a gente fica assim de não gostar e assim por gostar também. Também fiquei na dúvida se Kane era, no fundo, um persongem muito solitário que só queria ser amado ou um egoísta maluco com idéias megalomaníacas na cabeça. Mistério que não será respondido neste filme, Rosebud. Ainda assim, super clássico e recomendado.
Manhattan
Woody Allen, né? Vamos dizer que eu não sou fã número um dele. Geralmente acabo irritada com o homenzinho e seus personagens. Ele próprio não vê nada de muito especial em seus filmes, então, quem sou eu para achar? Teoricamente Manhattan seria retratada como uma pintura em preto e branco da Nova York dos tempos de infância de Allen, mas nem isso eu achei bonito. Este definitivamente será esquecido - ou confundido com todos os outros.
Annie Hall
Annie Hall deve ser encarado como um dos primeiros filmes do tipo “garota interessante & problemática encontra nerd problemático, desencontros, separações, narrações em off e tiradas engraçadinhas” ou se parecerá com dezenas de outros filmes que vieram depois desse. É um filme divertido como cenas muito boas, como a apresentação às respectivas famílias e a discussão na fila do cinema, mas sem se esquecer que é, acima de tudo, um Woody Allen, ou seja, quem não gosta do moço, não vai gostar do filme.